O meu amor chegou hoje. No dia do seu aniversario. Há muito que nAo me sentia tao feliz. Aquele só nosso abraço faz-me tanta falta todos os dias... Sinto-me nova quando ele esta. Obrigada My Love, por seres aquela pessoa que faz com que um dia de merda como o de hoje valesse toda a pena.. <3 amo-te assim mais que muito*
Confesso que acordei com um humor cão... -.-
Tem sido uma constante.. Acordo sem vontade de abrir os olhos, sem vontade de viver.. Tenho de admitir que já passaram uns dias, mas continuo com uma tristeza enorme dentro de mim. Abafo-a com as palhaçadas que digo, no trabalho destraio-me com as maluqueiras de plena Lisboa, mas assim que entro no metro e meto os fones nas orelhas acabou-se a boa onda. A única coisa que tenho aqui dentro sao aquelas palavras duras e frias que tive de ouvir injustamente... Nunca na vida pensei que alguém fosse capaz de me afastar da pessoa que mais amo neste mundo, mas a verdade é que, se a intenção era essa, venceu, esta a conseguir. Infelizmente é a realidade. Se nAo me bastassem os meus mil problemas e a minha estúpida e ridícula vida, ainda tinha de passar por mais esta desilusão. As vezes nAo consigo acreditar que já ultrapassu tanta merda na vida sempre de cabeça erguida. Sem duvida que nunca senti nada como desta vez... Sem duvida que o golpe foi baixíssimo, e que me desarmou completamente. Queira ter a força necessária para simplesmente ultrapassar isto, como sempre fiz com tudo na minha vida, mas nAo consigo. Entrar em casa, encarar as pessoas, obrigar-me a falar o mínimo indispensável está a deixar-me totalmente doida. O que antes era natural, a alegria que sentia assim que entrava em casa desapareceu. Sinto que estou completamente fora do contexto, as conversas á hora da refeição passam-me completamente ao lado. Estou ali, mas nAo estou a ouvir, nAo estou atenta, estou de corpo, mas nAo de alma...
Sem duvida que a melhor coisa que me aconteceu na vida foram os meus lindos sobrinhos, e a minha afilhada enche-me o pouco coração que ainda me resta de vida, mas aquilo que existia de bom para além dela, aquele calorzinho bom, aquele suspiro de alivio, conforto, o carinho sinto que desapareceu. NAo me consigo conformar com o facto de ter sido atacada daquela maneira e de ninguém abrir a boca para dizer rigorosamente nada. Se mudei? Claramente que mudei a minha atitude. Nunca fui pessoa de cinismos, se nAo me sinto feliz nAo consigo fingir que estou!
A pior coisa que me podiam ter feito, foi-me feita, á mesa, durante um suposto tranquilo almoço em família.. Sim, família.... Aquelas pessoas que eu coloco acima de tudo e todos, aquelas pessoas que sempre foram a minha prioridade, aquelas pessoas por quem sempre lutei e dei todo o meu amor e dedicação..
Aquilo que eu mais temia aconteceu.. A pessoa que por quem eu sempre me sacrifiquei nAo foi capaz de por a mão na consciencia e agir, em vez disso preferiu optar pelo caminho mais fácil, e remeter-se ao silencio. Nunca na vida vou esquecer o que senti naquele momento... Nunca mais me vou esquecer que me senti a pessoa mais pequena do mundo, o quanto eu me senti nula, insignificante, uma merda na realidade.. Pensar eu que sempre agi de coração, de boa fé, e que no final das contas levei a maior chapada sem mão que a vida me poderia dar... Realmente o ser humano é sem duvida uma inconstante. Como li um dia destes : " é incrível como as pessoas mudam quando precisam de ti".... Te quando li isto achei que é uma triste conclusão, mas que corresponde á pura da verdade..
E sem duvida que se nAo fossem os meus número um, My Love e Lola, nAo sei como teria conseguido continuar o meu dia a dia normal... Realmente cada dia que passa tenho mais certeza de que nAo é o grau de parentesco qu define uma relação, mas sim o amor, carinho, respeito e dedicação.. Tenho a sorte de ter estas duas pessoas maravilhosas sempre comigo, sempre do meu lado, sempre prontos a dar o ombro... Cada um á sua maneira, mas sem duvida os meus número um.. Amo-os como se fossem meus irmãos, nunca na vida os quero perder. Sao uma dadiva, sao os meus pilares, a minha força, o meu sorriso... E tu My Love, nAo imaginas o tanto que fazes por mim, nAo imaginas mesmo... NAo imaginas a quantidade de vezes que começo a falar contigo desfeita em lagrimas, totalmente no fundo do buraco, e tu, apenas por existires fazes com que eu volte a sorrir, over and over again. És gigante, és a minha estrela maior, és o amor meu.. Nunca me deixes perder-te, nunca desapareças de mim, nunca saias de juntinho de mim. És essencial, és necessário, fazes parte de mim, sem ti nada faz sentido. Palavras nunca vão chegar para te mostrar a minha gratidão, o meu amor, mas se te lembrar isso todos os dias com certeza que ajuda.. Obrigada, por tudo aquilo que és para mim.. ( amo-te My Love, de coração ... ) que eu perca tudo, mas que tu estejas sempre aqui...
A conclusão que eu chego é que realmente a vida consegue ser muito traiçoeira, assim como as pessoas. Hoje consigo sentir que estou a fazer parte de um mundo que nAo é o meu, no qual eu nAo encaixo.. Má será que algum dia vou encaixar?
É principalmente nestas alturas que me lembro do passado... Recuo um ano no tempo, e vejo que nunca me tinha sentido tao completa como nessa altura..
E então a saudade bate forte cá dentro. Magoa saber que tudo se perdeu, e que nAo há volta a dar..
sexta-feira, 30 de março de 2012
sábado, 24 de março de 2012
hoje sinto que tenho de publicar isto....
Ontem houve uma manifestação que virou diria eu uma revolução...
O mundo em que vivo deixa-me triste.
As pessoas só estão bem a atacar os outros, a fazer mal aos outros...
Eu própria fui insultada de várias formas por expressar a minha opinião. Foi apenas o que fiz, expressei o meu ponto de vista... enfim...
Este é apenas um dos textos que encontrei enquanto vagueava no facebook. Porque toda a gente está cheia de moral a criticar a policia, e o facto de terem agredido os manifestantes, mas a verdade é que também a policia foi agredida pelos manifestantes, e insultada! Basicamente, a policia foi provocada propositadamente para que isto pudesse acontecer: as redes sociais aproveitaram o momento oportunoi para colocarem a policia no lixo completamente. Mas a realidade é outra. Os policias são muito mais que isso....
DE PROFESSOR A POLICIAL
Por George L. Kirkham, professor assistente da
Escola de Criminologia da Universidade da
Flórida, EUA.
Como professor de Criminologia, tive problemas durante algum tempo, devido ao fato de que, seguindo a maioria daqueles que escrevem livros sobre assuntos policiais, eu nunca havia sido policial. Contudo, alguns elementos da comunidade acadêmica norte-americana, tal como eu, vimos muitas vezes erros da nossa polícia. Dos incidentes que lemos nos jornais, formamos imagens estereotipadas, como as do policial violento,
racista, venal ou incorreto. O que não vemos são os milhares de dedicados agentes da polícia, homens e mulheres, lutando e resolvendo problemas difíceis para preservar nossa sociedade e tudo que nos é caro.
Muitos dos meus alunos tinham sido policiais, e eles várias vezes opunham às minhas críticas o argumento de que uma pessoa só poderia compreender o que um agente da polícia tem de suportar quando se sentisse na pele de um policial. Por fim, me decidi a aceitar o desafio. Entraria para a polícia e, assim, iria testar a exatidão daquilo que vinha ensinando. Um dos meus alunos (um jovem agente que gozava licença para freqüentar o curso, pertencente à Delegacia de Polícia de Jacksonville, Flórida) me incitou a entrar em contato com o Xerife Dale Carson e o Vice-Xerife D. K. Brown e explicar-lhes minha pretensão.
LUTANDO POR UM DISTINTIVO.
Jacksonville parecia-me o lugar ideal. Um porto marítimo e um centro industrial em crescimento acelerado. Ali ocorriam, também, manifestações dos maiores problemas sociais que afligem nossos tempos: crime, delinqüência, conflitos raciais, miséria e doenças mentais. Tinha, igualmente, a habitual favela e o bairro reservado aos negros. Sua força policial, composta por 800 elementos, era tida como uma das mais evoluídas dos Estados Unidos.
Esclareci ao Xerife Carson e ao Vice-Xerife Brown de que pretendia um lugar não como observador, mas como patrulheiro uniformizado, trabalhando em expediente integral durante um período de quatro a seis meses. Eles concordaram, mas impuseram também a condição de que eu deveria, primeiro, preencher os mesmos requisitos que qualquer outro candidato a policial, uma investigação completa do caráter, exame físico, e os mesmos programas de treinamento. Haveria outra condição com a qual concordei prontamente em nome da moral. Todos os outros agentes deviam saber quem eu era e o que estava fazendo ali. Fora disso, em nada eu me distinguiria de qualquer agente, desde o meu revólver Smith and Wesson.38 até o distintivo e o uniforme.
O maior obstáculo foram as 280 horas de treinamento estabelecidas por lei. Durante quatro meses (quatro horas por noite e cinco noites por semana), depois das tarefas de ensino teórico, eu aprendia como utilizar uma arma, como me aproximar de um edifício na escuridão, como interrogar suspeitos, investigar acidentes de trânsito e recolher impressões digitais. Por vezes, à noite, quando regressava a casa depois de horas de treinamento de luta para defesa pessoal, com os músculos cansados, pensava que estava precisando era de um exame de sanidade mental por ter-me metido naquilo. Finalmente, veio a graduação e, com ela, o que viria a ser a mais compensadora experiência da minha vida.
PATRULHANDO A RUA.
Ao escrever este artigo, já completei mais de 100 rondas como agente iniciado, e tantas coisas aconteceram no espaço de seis meses que jamais voltarei a ser a mesma pessoa. Nunca mais esquecerei também o primeiro dia em que montei guarda defronte à porta da Delegacia de Jacksonville. Sentia-me, ao mesmo tempo, estúpido e orgulhoso no meu novo uniforme azul e com a cartucheira de couro.
A primeira experiência daquilo que eu chamo de minhas "lições de rua" aconteceu logo de imediato. Com meu colega de patrulha, fui destacado para um bar, onde havia distúrbios, no centro da zona comercial da cidade.
Encontramos um bêbado robusto e turbulento que, aos gritos, se recusava a sair. Tendo adquirido certa experiência em admoestação correcional, apressei-me a tomar conta do caso.
"Desculpe amigo", disse eu, sorridente, "Não quer dar uma chegadinha aqui fora para bater um papo comigo?" O homem me encarou incrédulo, com os olhos vermelhos. Cambaleou e me deu um empurrão no ombro. Antes que eu tivesse tempo de me recuperar, chocou-se de novo comigo e, desta vez, fazendo saltar da dragona à corrente que prendia meu apito. Após breve escaramuça, conseguimos levá-lo para a radiopatrulha.
Como professor universitário, eu estava habituado a ser tratado com respeito e deferência e, de certo modo, presumia que isso iria continuar assim em minhas novas funções. Estava, porém, aprendendo que meu distintivo e uniforme, longe de me protegerem do desrespeito, muitas vezes atuavam como um imã atraindo indivíduos que odiavam o que eu representava. Confuso, olhei para meu colega, que apenas sorriu.
TEORIA E PRÁTICA.
Nos dias e semanas seguintes, eu iria aprender mais coisas. Como professor, sempre procurava transmitir aos meus alunos a idéia de que era errado exagerar o exercício da autoridade, tomar decisões por outras pessoas ou nos basearmos em ordens e mandatos para executar qualquer tarefa. Como agente de polícia, porém, fui muitas vezes forçado a fazer exatamente isso. Encontrei indivíduos que confundiam gentileza com fraqueza - o que se tornava um convite à violência. Também encontrei homens, mulheres e crianças que, com medo ou em situações de desespero, procuravam auxílio e conselhos no homem uniformizado.
Cheguei à conclusão de que existe um abismo entre a forma como eu, sentado calmamente no meu gabinete com ar condicionado, conversava com o ladrão ou assaltante à mão armada, e a maneira pela qual os patrulheiros lidam com esses homens - quando eles se mostram violentos, histéricos ou desesperados. Esses agressores, que anteriormente me pareciam tão inocentes, inofensivos e arrependidos depois do crime cometido, como agente de polícia, eu os encarava pela primeira vez como uma ameaça à minha segurança pessoal e a da nossa própria sociedade.
APRENDENDO COM O MEDO.
Tal como o crime, o medo deixou de ser um conceito abstrato para mim, e se tornou algo bem real, que por várias vezes senti: era a estranha impressão em meu estômago, que experimentava ao me aproximar de uma loja onde o sinal de alarme fora acionado; era uma sensação de boca seca quando, com as lâmpadas azuis acesas e a sirena do carro ligada, corríamos para atender a uma perigosa chamada onde poderia haver tiroteio.
Recordo especialmente uma dramática lição no capítulo do medo. Num sábado à noite, patrulhava com meu colega uma zona de bares mal freqüentados e casas de bilhares, quando vimos um jovem estacionar o carro em fila dupla. Dirigimo-nos para o local, e eu pedi que arrumasse devidamente o automóvel, ou então que fosse embora, ao que ele respondeu inopinadamente com insultos. Ao sairmos da radiopatrulha e nos aproximarmos do homem, a multidão exaltada começou a nos rodear. Ele continuava a nos insultar, recusando-se a retirar o carro. Então, tivemos que prendê-lo. Quando o trouxemos para a viatura da polícia, a turba nos cercou completamente. Na confusão que se seguiu, uma mulher histérica abriu meu coldre e tentou sacar meu revólver.
De súbito, eu estava lutando para salvar minha vida. Recordo a sensação de verdadeiro terror que senti ao premir o botão do armeiro na radiopatrulha onde se encontravam nossas armas longas. Até então, eu sempre tinha defendido a opinião de que não devia ser permitido aos policiais o uso de armas longas, pelo aspecto "agressivo" que denotavam, mas as circunstâncias daquele momento fizeram mudar meu ponto de vista, porque agora era minha vida que estava em risco. Senti certo amargor quando, logo na noite seguinte, voltei a ver, já em liberdade, o indivíduo que tinha provocado aquele quase motim - e mais amargurado fiquei quando ele foi julgado e, confessando-se culpado, condenaram-no a uma pena leve por "violação da ordem".
VÍTIMAS SILENCIOSAS.
Dentre todas as trágicas vítimas que vi durante seis meses, uma se destacou. No centro da cidade, num edifício de apartamentos, vivia um homem idoso que tinha um cão. Era motorista de ônibus aposentado. Encontrava-os quase sempre na mesma esquina, quando me dirigia para o serviço, e por vezes me acompanhavam durante alguns quarteirões.
Certa noite fomos chamados por causa de um tiroteio numa rua perto do edifício. Quando chegamos, o velho estava estendido de costas no meio de uma grande poça de sangue. Fora atingido no peito por uma bala e, em agonia, me sussurrou que três adolescentes o tinham interceptado e lhe exigiram dinheiro. Quando viram que tinha tão pouco, dispararam e o abandonaram na rua.
Em breve, comecei a sentir os efeitos daquela tensão diária a que estava sujeito. Fiquei doente e cansado de ser ofendido e atacado por criminosos que depois seriam quase sempre julgados por juizes benevolentes e por jurados dispostos a conceder aos delinqüentes "nova oportunidade de se reintegrarem ao convívio da sociedade". Como professor de Criminologia, eu dispunha do tempo que queria para tomar decisões difíceis. Como policial, no entanto, era forçado a fazer escolhas críticas em questão de segundos (prender ou não prender, perseguir ou não perseguir), sempre com a incômoda certeza de que outros, aqueles que tinham tempo para analisar e pensar, estariam prontos para julgar e condenar aquilo que eu fizera ou aquilo que não havia feito.
Como policial, muitas vezes fui forçado a resolver problemas humanos incomparavelmente mais difíceis do que aqueles que enfrentara para solucionar assuntos correcionais ou de sanidade mental: rixas familiares, neuroses, reações coletivas perigosas de grandes multidões, criminosos. Até então, estivera afastado de toda espécie de miséria humana que faz parte do dia a dia da vida de um policial.
BONDADE EM UNIFORME
Freqüentemente, fiquei espantado com os sentimentos de humanidade e compaixão que pareciam caracterizar muitos dos meus colegas agentes da polícia. Conceitos que eu considerava estereotipados eram, muitas vezes, desmentidos por atos de bondade: um jovem policial fazendo respiração boca-a-boca num imundo mendigo, um veterano grisalho levando sacos de doces para as crianças dos guetos, um agente oferecendo a uma família abandonada dinheiro que provavelmente não voltaria a reaver.
Em conseqüência de tudo isso, cheguei a humilhante conclusão de que tinha uma capacidade bastante limitada para suportar toda a tensão a que estava sujeito. Recordo em particular certa noite, em que o longo e difícil turno terminara com uma perseguição a um carro roubado. Quando largamos o serviço, eu me sentia cansado e nervoso. Com meu colega, estava me dirigindo para um restaurante a fim de comer qualquer coisa, quando ouvimos o som de vidros que se partiam, proveniente de uma igreja próxima, e vimos dois adolescentes cabeludos fugindo do local. Nós os alcançamos e pedi a um deles que se identificasse. Ele me olhou com desprezo, xingou-me e virou as costas com intenção de se afastar. Não me lembro do que senti. Só sei que o agarrei pela camisa, colei seu nariz bem no meu e rosnei: "Estou falando com você, seu cretino!"
Então meu colega me tocou no ombro, e ouvi sua confortante voz me chamando à razão: "Calma, companheiro!" Larguei o adolescente e fiquei em silêncio durante alguns segundos. Depois me recordei de uma das minhas lições, na qual dissera aos alunos: "O sujeito que não é capaz de manter completo domínio sobre suas emoções, em todas as circunstâncias, não serve para policial".
Desafio complicado. Muitas vezes perguntara a mim próprio: "Por que uma pessoa quer ser policial?" Ninguém está interessado em dar conselhos a uma família com problemas às três da madrugada de um domingo, ou em entrar às escuras num edifício que foi assaltado, ou em presenciar, dia após dia, a pobreza, os desequilíbrios mentais, as tragédias humanas. O que faz um policial suportar o desrespeito, as restrições legais, as longas horas de serviço com baixo salário, o risco de ser assassinado ou mutilado?
A única resposta que posso dar é baseada apenas na minha curta experiência como policial. Todas as noites eu voltava para casa com um sentimento de satisfação e de ter contribuído com algo para a sociedade - coisa que nenhuma outra tarefa me havia dado até então.
Todo agente de polícia deve compreender que sua aptidão para fazer cumprir a lei, com a autoridade que ele representa, é a única "ponte" entre a civilização e o submundo dos fora-da-lei. De certo modo, essa convicção faz com que todo o resto (o desrespeito, o perigo, os aborrecimentos) mereça que se façam quaisquer sacrifícios.
O mundo em que vivo deixa-me triste.
As pessoas só estão bem a atacar os outros, a fazer mal aos outros...
Eu própria fui insultada de várias formas por expressar a minha opinião. Foi apenas o que fiz, expressei o meu ponto de vista... enfim...
Este é apenas um dos textos que encontrei enquanto vagueava no facebook. Porque toda a gente está cheia de moral a criticar a policia, e o facto de terem agredido os manifestantes, mas a verdade é que também a policia foi agredida pelos manifestantes, e insultada! Basicamente, a policia foi provocada propositadamente para que isto pudesse acontecer: as redes sociais aproveitaram o momento oportunoi para colocarem a policia no lixo completamente. Mas a realidade é outra. Os policias são muito mais que isso....
DE PROFESSOR A POLICIAL
Por George L. Kirkham, professor assistente da
Escola de Criminologia da Universidade da
Flórida, EUA.
Como professor de Criminologia, tive problemas durante algum tempo, devido ao fato de que, seguindo a maioria daqueles que escrevem livros sobre assuntos policiais, eu nunca havia sido policial. Contudo, alguns elementos da comunidade acadêmica norte-americana, tal como eu, vimos muitas vezes erros da nossa polícia. Dos incidentes que lemos nos jornais, formamos imagens estereotipadas, como as do policial violento,
racista, venal ou incorreto. O que não vemos são os milhares de dedicados agentes da polícia, homens e mulheres, lutando e resolvendo problemas difíceis para preservar nossa sociedade e tudo que nos é caro.
Muitos dos meus alunos tinham sido policiais, e eles várias vezes opunham às minhas críticas o argumento de que uma pessoa só poderia compreender o que um agente da polícia tem de suportar quando se sentisse na pele de um policial. Por fim, me decidi a aceitar o desafio. Entraria para a polícia e, assim, iria testar a exatidão daquilo que vinha ensinando. Um dos meus alunos (um jovem agente que gozava licença para freqüentar o curso, pertencente à Delegacia de Polícia de Jacksonville, Flórida) me incitou a entrar em contato com o Xerife Dale Carson e o Vice-Xerife D. K. Brown e explicar-lhes minha pretensão.
LUTANDO POR UM DISTINTIVO.
Jacksonville parecia-me o lugar ideal. Um porto marítimo e um centro industrial em crescimento acelerado. Ali ocorriam, também, manifestações dos maiores problemas sociais que afligem nossos tempos: crime, delinqüência, conflitos raciais, miséria e doenças mentais. Tinha, igualmente, a habitual favela e o bairro reservado aos negros. Sua força policial, composta por 800 elementos, era tida como uma das mais evoluídas dos Estados Unidos.
Esclareci ao Xerife Carson e ao Vice-Xerife Brown de que pretendia um lugar não como observador, mas como patrulheiro uniformizado, trabalhando em expediente integral durante um período de quatro a seis meses. Eles concordaram, mas impuseram também a condição de que eu deveria, primeiro, preencher os mesmos requisitos que qualquer outro candidato a policial, uma investigação completa do caráter, exame físico, e os mesmos programas de treinamento. Haveria outra condição com a qual concordei prontamente em nome da moral. Todos os outros agentes deviam saber quem eu era e o que estava fazendo ali. Fora disso, em nada eu me distinguiria de qualquer agente, desde o meu revólver Smith and Wesson.38 até o distintivo e o uniforme.
O maior obstáculo foram as 280 horas de treinamento estabelecidas por lei. Durante quatro meses (quatro horas por noite e cinco noites por semana), depois das tarefas de ensino teórico, eu aprendia como utilizar uma arma, como me aproximar de um edifício na escuridão, como interrogar suspeitos, investigar acidentes de trânsito e recolher impressões digitais. Por vezes, à noite, quando regressava a casa depois de horas de treinamento de luta para defesa pessoal, com os músculos cansados, pensava que estava precisando era de um exame de sanidade mental por ter-me metido naquilo. Finalmente, veio a graduação e, com ela, o que viria a ser a mais compensadora experiência da minha vida.
PATRULHANDO A RUA.
Ao escrever este artigo, já completei mais de 100 rondas como agente iniciado, e tantas coisas aconteceram no espaço de seis meses que jamais voltarei a ser a mesma pessoa. Nunca mais esquecerei também o primeiro dia em que montei guarda defronte à porta da Delegacia de Jacksonville. Sentia-me, ao mesmo tempo, estúpido e orgulhoso no meu novo uniforme azul e com a cartucheira de couro.
A primeira experiência daquilo que eu chamo de minhas "lições de rua" aconteceu logo de imediato. Com meu colega de patrulha, fui destacado para um bar, onde havia distúrbios, no centro da zona comercial da cidade.
Encontramos um bêbado robusto e turbulento que, aos gritos, se recusava a sair. Tendo adquirido certa experiência em admoestação correcional, apressei-me a tomar conta do caso.
"Desculpe amigo", disse eu, sorridente, "Não quer dar uma chegadinha aqui fora para bater um papo comigo?" O homem me encarou incrédulo, com os olhos vermelhos. Cambaleou e me deu um empurrão no ombro. Antes que eu tivesse tempo de me recuperar, chocou-se de novo comigo e, desta vez, fazendo saltar da dragona à corrente que prendia meu apito. Após breve escaramuça, conseguimos levá-lo para a radiopatrulha.
Como professor universitário, eu estava habituado a ser tratado com respeito e deferência e, de certo modo, presumia que isso iria continuar assim em minhas novas funções. Estava, porém, aprendendo que meu distintivo e uniforme, longe de me protegerem do desrespeito, muitas vezes atuavam como um imã atraindo indivíduos que odiavam o que eu representava. Confuso, olhei para meu colega, que apenas sorriu.
TEORIA E PRÁTICA.
Nos dias e semanas seguintes, eu iria aprender mais coisas. Como professor, sempre procurava transmitir aos meus alunos a idéia de que era errado exagerar o exercício da autoridade, tomar decisões por outras pessoas ou nos basearmos em ordens e mandatos para executar qualquer tarefa. Como agente de polícia, porém, fui muitas vezes forçado a fazer exatamente isso. Encontrei indivíduos que confundiam gentileza com fraqueza - o que se tornava um convite à violência. Também encontrei homens, mulheres e crianças que, com medo ou em situações de desespero, procuravam auxílio e conselhos no homem uniformizado.
Cheguei à conclusão de que existe um abismo entre a forma como eu, sentado calmamente no meu gabinete com ar condicionado, conversava com o ladrão ou assaltante à mão armada, e a maneira pela qual os patrulheiros lidam com esses homens - quando eles se mostram violentos, histéricos ou desesperados. Esses agressores, que anteriormente me pareciam tão inocentes, inofensivos e arrependidos depois do crime cometido, como agente de polícia, eu os encarava pela primeira vez como uma ameaça à minha segurança pessoal e a da nossa própria sociedade.
APRENDENDO COM O MEDO.
Tal como o crime, o medo deixou de ser um conceito abstrato para mim, e se tornou algo bem real, que por várias vezes senti: era a estranha impressão em meu estômago, que experimentava ao me aproximar de uma loja onde o sinal de alarme fora acionado; era uma sensação de boca seca quando, com as lâmpadas azuis acesas e a sirena do carro ligada, corríamos para atender a uma perigosa chamada onde poderia haver tiroteio.
Recordo especialmente uma dramática lição no capítulo do medo. Num sábado à noite, patrulhava com meu colega uma zona de bares mal freqüentados e casas de bilhares, quando vimos um jovem estacionar o carro em fila dupla. Dirigimo-nos para o local, e eu pedi que arrumasse devidamente o automóvel, ou então que fosse embora, ao que ele respondeu inopinadamente com insultos. Ao sairmos da radiopatrulha e nos aproximarmos do homem, a multidão exaltada começou a nos rodear. Ele continuava a nos insultar, recusando-se a retirar o carro. Então, tivemos que prendê-lo. Quando o trouxemos para a viatura da polícia, a turba nos cercou completamente. Na confusão que se seguiu, uma mulher histérica abriu meu coldre e tentou sacar meu revólver.
De súbito, eu estava lutando para salvar minha vida. Recordo a sensação de verdadeiro terror que senti ao premir o botão do armeiro na radiopatrulha onde se encontravam nossas armas longas. Até então, eu sempre tinha defendido a opinião de que não devia ser permitido aos policiais o uso de armas longas, pelo aspecto "agressivo" que denotavam, mas as circunstâncias daquele momento fizeram mudar meu ponto de vista, porque agora era minha vida que estava em risco. Senti certo amargor quando, logo na noite seguinte, voltei a ver, já em liberdade, o indivíduo que tinha provocado aquele quase motim - e mais amargurado fiquei quando ele foi julgado e, confessando-se culpado, condenaram-no a uma pena leve por "violação da ordem".
VÍTIMAS SILENCIOSAS.
Dentre todas as trágicas vítimas que vi durante seis meses, uma se destacou. No centro da cidade, num edifício de apartamentos, vivia um homem idoso que tinha um cão. Era motorista de ônibus aposentado. Encontrava-os quase sempre na mesma esquina, quando me dirigia para o serviço, e por vezes me acompanhavam durante alguns quarteirões.
Certa noite fomos chamados por causa de um tiroteio numa rua perto do edifício. Quando chegamos, o velho estava estendido de costas no meio de uma grande poça de sangue. Fora atingido no peito por uma bala e, em agonia, me sussurrou que três adolescentes o tinham interceptado e lhe exigiram dinheiro. Quando viram que tinha tão pouco, dispararam e o abandonaram na rua.
Em breve, comecei a sentir os efeitos daquela tensão diária a que estava sujeito. Fiquei doente e cansado de ser ofendido e atacado por criminosos que depois seriam quase sempre julgados por juizes benevolentes e por jurados dispostos a conceder aos delinqüentes "nova oportunidade de se reintegrarem ao convívio da sociedade". Como professor de Criminologia, eu dispunha do tempo que queria para tomar decisões difíceis. Como policial, no entanto, era forçado a fazer escolhas críticas em questão de segundos (prender ou não prender, perseguir ou não perseguir), sempre com a incômoda certeza de que outros, aqueles que tinham tempo para analisar e pensar, estariam prontos para julgar e condenar aquilo que eu fizera ou aquilo que não havia feito.
Como policial, muitas vezes fui forçado a resolver problemas humanos incomparavelmente mais difíceis do que aqueles que enfrentara para solucionar assuntos correcionais ou de sanidade mental: rixas familiares, neuroses, reações coletivas perigosas de grandes multidões, criminosos. Até então, estivera afastado de toda espécie de miséria humana que faz parte do dia a dia da vida de um policial.
BONDADE EM UNIFORME
Freqüentemente, fiquei espantado com os sentimentos de humanidade e compaixão que pareciam caracterizar muitos dos meus colegas agentes da polícia. Conceitos que eu considerava estereotipados eram, muitas vezes, desmentidos por atos de bondade: um jovem policial fazendo respiração boca-a-boca num imundo mendigo, um veterano grisalho levando sacos de doces para as crianças dos guetos, um agente oferecendo a uma família abandonada dinheiro que provavelmente não voltaria a reaver.
Em conseqüência de tudo isso, cheguei a humilhante conclusão de que tinha uma capacidade bastante limitada para suportar toda a tensão a que estava sujeito. Recordo em particular certa noite, em que o longo e difícil turno terminara com uma perseguição a um carro roubado. Quando largamos o serviço, eu me sentia cansado e nervoso. Com meu colega, estava me dirigindo para um restaurante a fim de comer qualquer coisa, quando ouvimos o som de vidros que se partiam, proveniente de uma igreja próxima, e vimos dois adolescentes cabeludos fugindo do local. Nós os alcançamos e pedi a um deles que se identificasse. Ele me olhou com desprezo, xingou-me e virou as costas com intenção de se afastar. Não me lembro do que senti. Só sei que o agarrei pela camisa, colei seu nariz bem no meu e rosnei: "Estou falando com você, seu cretino!"
Então meu colega me tocou no ombro, e ouvi sua confortante voz me chamando à razão: "Calma, companheiro!" Larguei o adolescente e fiquei em silêncio durante alguns segundos. Depois me recordei de uma das minhas lições, na qual dissera aos alunos: "O sujeito que não é capaz de manter completo domínio sobre suas emoções, em todas as circunstâncias, não serve para policial".
Desafio complicado. Muitas vezes perguntara a mim próprio: "Por que uma pessoa quer ser policial?" Ninguém está interessado em dar conselhos a uma família com problemas às três da madrugada de um domingo, ou em entrar às escuras num edifício que foi assaltado, ou em presenciar, dia após dia, a pobreza, os desequilíbrios mentais, as tragédias humanas. O que faz um policial suportar o desrespeito, as restrições legais, as longas horas de serviço com baixo salário, o risco de ser assassinado ou mutilado?
A única resposta que posso dar é baseada apenas na minha curta experiência como policial. Todas as noites eu voltava para casa com um sentimento de satisfação e de ter contribuído com algo para a sociedade - coisa que nenhuma outra tarefa me havia dado até então.
Todo agente de polícia deve compreender que sua aptidão para fazer cumprir a lei, com a autoridade que ele representa, é a única "ponte" entre a civilização e o submundo dos fora-da-lei. De certo modo, essa convicção faz com que todo o resto (o desrespeito, o perigo, os aborrecimentos) mereça que se façam quaisquer sacrifícios.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Se a aparência explicasse a essência, o sabor seria desnecessário...
Hoje decidi simplesmente não fazer nada! Passei o dia no sofá, a vegetar. Vi 3 filmes sem adormecer, foi bom!!
Ás vezes dou por mim a pensar que realmente há pessoas que não se mancam....
Os homens devem mesmo achar que todas as mulheres são farinha do mesmo saco, só pode! Estou fartinha de gajos que acham que são a última bolacha do pacote! Pffffff..... coitados...
Chamem-me o que quiserem, pensem o que quiserem, não me dou assim. Não estou desesperada para me enrolar com o primeiro que se acha irresistivel!!!! E mesmo que estivesse desesperada, EU escolho com quem ando, não são os homens que me escolhem!!
Enfim... Também até certo ponto entendo a cena deles: arriscam.
Por muito que eu sinta saudades de fazer estas coisinhas, tipo jantar fora, cineminha... Não é com qualquer pessoa obviamente!
Não percebo as pessoas. Não percebo mesmo.
Secalhar sinto-me assim por estar cansada, afinal é um ano sem férias, sinto-me exausta, por muito que ame o meu trabalho, já precisava de descansar... Bom mesmo seria conseguir ir a Londres nas férias, mas infelizmente acho que não vou conseguir...
Tenho tantas, mas tantas saudades da minha irmã e do meu sobrinho... fazem-me tanta falta... =(
Devia era assaltar um banco e resolver a minha vida, e aí sim, lançava-me daqui para fora de uma vez por todas!
Isso é que era de valor... começo a ficar farta de tudo outra vez. Começo a estar demasiado ansiosa e nervosa outra vez. Nada resulta, nada corre bem... Quanto mais tento resolver a minha vida mais ela se complica. Não sei mais o que fazer... Ás vezes só vejo uma solução...
Ás vezes dou por mim a pensar que realmente há pessoas que não se mancam....
Os homens devem mesmo achar que todas as mulheres são farinha do mesmo saco, só pode! Estou fartinha de gajos que acham que são a última bolacha do pacote! Pffffff..... coitados...
Chamem-me o que quiserem, pensem o que quiserem, não me dou assim. Não estou desesperada para me enrolar com o primeiro que se acha irresistivel!!!! E mesmo que estivesse desesperada, EU escolho com quem ando, não são os homens que me escolhem!!
Enfim... Também até certo ponto entendo a cena deles: arriscam.
Por muito que eu sinta saudades de fazer estas coisinhas, tipo jantar fora, cineminha... Não é com qualquer pessoa obviamente!
Não percebo as pessoas. Não percebo mesmo.
Secalhar sinto-me assim por estar cansada, afinal é um ano sem férias, sinto-me exausta, por muito que ame o meu trabalho, já precisava de descansar... Bom mesmo seria conseguir ir a Londres nas férias, mas infelizmente acho que não vou conseguir...
Tenho tantas, mas tantas saudades da minha irmã e do meu sobrinho... fazem-me tanta falta... =(
Devia era assaltar um banco e resolver a minha vida, e aí sim, lançava-me daqui para fora de uma vez por todas!
Isso é que era de valor... começo a ficar farta de tudo outra vez. Começo a estar demasiado ansiosa e nervosa outra vez. Nada resulta, nada corre bem... Quanto mais tento resolver a minha vida mais ela se complica. Não sei mais o que fazer... Ás vezes só vejo uma solução...
sábado, 17 de março de 2012
Hummmmm.... Tired, but happy!
Hoje senti necessidade de escrever.
Tem sido uma semana bastante dura. Estive doentinha, again, 39 de febre durante 4 dias... Odeio tanto estar assim!!! Mas finamente ontem ao fim do dia comecei a sentir-me melhor, e hoje já acordei apenas com 38, até que a maldita febre finalmente se foi durante o dia! :)
Hoje senti que realmente eu devo ser gira ou assim!!! Tive uma "festa" no trabalho, vesti um vestido preto comprido, lindo devi dizer, com decote, costas abertas, e com um casaco de ganga clarinho. Cabelo bem esticado, maquilhagem qb, e com o meu melhor sorriso no rosto! :) senti que fui reparada, e gostei dessa sensação!!! Os senhores do bar fizeram logo "amizade" comigo, que conveniente para mim looool!!!! Já ljes dizia o satanás: " ela está a enganar- vos??? A mim também me engana, é estes olhos, o olhar dela engana-me bem!!! "
Será???? :)
Um dia vou perder o medo, e a vergonha, e acho que vou arriscar! As vezes penso que posso estar a perder momentos fantásticos por causa deste estúpido medo de sofrer outra vez! Aí, quem me dera que a minha queda nAo fosse sempre os frutos proibidos!!!
Mas a verdade é que se nAo fosse assim.... Ah, se nAo fosse assim nAo era eu mesmo! Da luta? Estou dentro! :)
Mas resumido esta semana dura, foi bastante gratificante, chegar ao final e ouvir: vocês sao a melhor equipa! Nunca vi nenhuma equipa tao boa como vocês!!
E então todo o esforço vale toda a pena! :) tired, but happy for sure...
Tem sido uma semana bastante dura. Estive doentinha, again, 39 de febre durante 4 dias... Odeio tanto estar assim!!! Mas finamente ontem ao fim do dia comecei a sentir-me melhor, e hoje já acordei apenas com 38, até que a maldita febre finalmente se foi durante o dia! :)
Hoje senti que realmente eu devo ser gira ou assim!!! Tive uma "festa" no trabalho, vesti um vestido preto comprido, lindo devi dizer, com decote, costas abertas, e com um casaco de ganga clarinho. Cabelo bem esticado, maquilhagem qb, e com o meu melhor sorriso no rosto! :) senti que fui reparada, e gostei dessa sensação!!! Os senhores do bar fizeram logo "amizade" comigo, que conveniente para mim looool!!!! Já ljes dizia o satanás: " ela está a enganar- vos??? A mim também me engana, é estes olhos, o olhar dela engana-me bem!!! "
Será???? :)
Um dia vou perder o medo, e a vergonha, e acho que vou arriscar! As vezes penso que posso estar a perder momentos fantásticos por causa deste estúpido medo de sofrer outra vez! Aí, quem me dera que a minha queda nAo fosse sempre os frutos proibidos!!!
Mas a verdade é que se nAo fosse assim.... Ah, se nAo fosse assim nAo era eu mesmo! Da luta? Estou dentro! :)
Mas resumido esta semana dura, foi bastante gratificante, chegar ao final e ouvir: vocês sao a melhor equipa! Nunca vi nenhuma equipa tao boa como vocês!!
E então todo o esforço vale toda a pena! :) tired, but happy for sure...
terça-feira, 13 de março de 2012
you know you really love someone when you dont hate them for breaking your heart...
Doente, again! -.-
Começo mesmo bem a semana longa que aí vem...
O piquenique de ontem foi muito fixe, boa companhia, bons feelings, bom solinho. Mas a consequência foi a bruta constipação. Já não posso ser um bocadinho feliz, que Deus vem logo mostrar-me que tudo tem um preço.
E se não bastasse estar doente, chego ao carro e tinham-me roubado o espelho! Tenho uma sorte dass! -.-
Bem... só espero que a miserável pessoinha que me roubou o espelho tenha uma bruta caganeira até ao resto da vida!
Escusado será dizer que o ninja não veio nem sexta, nem domingo.... se não bastasse não vir, desapareceu do mapa completamente.
Está definitivamente na hora de esquecer que ele existe. Já chega de gozo. Ele que continue a gozar com a mulherzinha dele e me deixe em paz. Estou farta.
Até amanhã, que já não posso com dores no corpo...
Começo mesmo bem a semana longa que aí vem...
O piquenique de ontem foi muito fixe, boa companhia, bons feelings, bom solinho. Mas a consequência foi a bruta constipação. Já não posso ser um bocadinho feliz, que Deus vem logo mostrar-me que tudo tem um preço.
E se não bastasse estar doente, chego ao carro e tinham-me roubado o espelho! Tenho uma sorte dass! -.-
Bem... só espero que a miserável pessoinha que me roubou o espelho tenha uma bruta caganeira até ao resto da vida!
Escusado será dizer que o ninja não veio nem sexta, nem domingo.... se não bastasse não vir, desapareceu do mapa completamente.
Está definitivamente na hora de esquecer que ele existe. Já chega de gozo. Ele que continue a gozar com a mulherzinha dele e me deixe em paz. Estou farta.
Até amanhã, que já não posso com dores no corpo...
sábado, 10 de março de 2012
10 minutos...
Tenho ainda 10 minutos da hora de almoço...
Em dez minutos não dá para dizer muita coisa.
Mas em dez minutos consigo dizer que realmente há coisas que nAo mudam.. Por muito que eu queira, por muito que eu lute contra os meus sentimentos, por muito que eu aceite a realidade... O meu ninja é o meu ninja. Ele pode ter a sua vida, da mesma maneira que eu tenho a minha vida, mas aquilo que me prende a ele nAo é nada mais que um sentimento muito forte, que por muito tempo que passe, por muito que a vida ande, nAo desaparece... Vejo aquele sorriso, e o meu mundo volta a ganhar cor... Infelizmente é assim que as coisas sao... Eu sou dele. E isso ainda nAo mudou. Por muito que eu queira mudar isso, está difícil.. É mais forte que eu, nAo consigo controlar.. E é assim a minha triste sina..
Em dez minutos não dá para dizer muita coisa.
Mas em dez minutos consigo dizer que realmente há coisas que nAo mudam.. Por muito que eu queira, por muito que eu lute contra os meus sentimentos, por muito que eu aceite a realidade... O meu ninja é o meu ninja. Ele pode ter a sua vida, da mesma maneira que eu tenho a minha vida, mas aquilo que me prende a ele nAo é nada mais que um sentimento muito forte, que por muito tempo que passe, por muito que a vida ande, nAo desaparece... Vejo aquele sorriso, e o meu mundo volta a ganhar cor... Infelizmente é assim que as coisas sao... Eu sou dele. E isso ainda nAo mudou. Por muito que eu queira mudar isso, está difícil.. É mais forte que eu, nAo consigo controlar.. E é assim a minha triste sina..
quinta-feira, 1 de março de 2012
I'm happy because I'm content with what I have. It might not be much but for me it's enough.
"I am not a perfect woman. My hair doesn't always stay in place & I spill things a lot. I am sometimes clumsy and some days nothing goes right. But when I think about it, I realize that despite the imperfections, someone will still come to your life. Accept and love you perfectly. "
Ontem tive um dia daqueles que mais valia nem sequer ter aberto os olhos de manhã. Correu mal do proncipio ao fim... Cheguei a casa com tanta raiva que tive de descarregar tudo numa aulinha de Kempo. E deu resultado, sem dúvida que deu...
Hoje soube uma coisa que me deixou a pensar muito...
Quando gosto de uma pessoa, gosto mesmo. Não é o tempo que me faz deixar de alguém. E quando me afasto de alguém que gosto, é porque a vida já me deu demasiadas chapadas e lições, e neste momento sinto que não tenho nenhuma necessidade de andar a correr de quem não mexe um só dedo por mim.
Se sinto que estou a agir erradamente? Não.
Se sinto que estou a ser fria? Sim, sem dúvida.
Já lá vai o tempo em que eu passava os dias a chorar baba e ranho, em que assumia sempre a culpa de tudo e qualquer coisa. Aliás... deixei de ser ursa por completo, e passei a ser humana. Uma humana fria, diria até que aquele grande coração que até pareciam dois, passou a ser um cubo de gelo.
Continuo a ter sentimentos, fortes sentimentos, mas apenas por pessoas que valem a pena, que assumem os seus erros, que não mentem, nem traem, que estão lá para mim da mesma e exacta maneira que eu estou lá para eles.
Chega de passar a vida a preocupar-me com tudo e toda a gente. Neste momento, a minha lista de preocupações é pequenina, muito pequenina mesmo.
preocupo-me com a minha vida e das pessoas que sempre fizeram parte dela. Mais nada.
Tive um período da minha vida, em que achei que poderia morrer. Foi-me detectada uma ferida no colo do útero, e por mais exames que fizesse nada era conclusivo. Os médicos alertaram-me para o pior, e eu dei por mim, aos 25 anos, a achar que poderia ter cancro do colo do útero. Apenas as pessoas que eu considerava chegadas a mim souberam desta situação. Obviamente que entrei em pânico. Obviamente que sei que estava uma pessoa insuportável. Obviamente que precisava dos meus amigos mais que nunca...
Pois bem, a verdade é que estas coisas demoram tempo, e o meu caso não foi excepção. Não sou rica para poder andar em privados, tive que me sujeitar ás vagas da maternidade, para poder ser vista e analisada por médicos especialistas do assunto... claro que todo este processo de consultas, exames e afins demorou cerca de 6 meses. Durante esses seis meses, muitas coisas aconteceram...
Dessas muitas coisas, sem dúvida que o que mais me marcou foi o corropio de entradas e saídas de pessoas da minha vida: entrada de duas pessoas que sem dúvida são uma mais valia, a minha piolhinha linda, que tem tanta energia que por muito que eu quisesse não conseguia parar de rir ao pé dela.... e a minha cunhadinha, que me surpreendeu bastante pela positiva, e que tem acompanhado os meus maus momentos, e que faz questão de estar presente na saúde e na doença, e isso fez com que ela me ganhasse., sem dúvida.
Depois, os meus amigos de sempre, My Love, sempre em cima do acontecimento, longe ou perto, cá ou lá, sempre comigo. É aquela pessoa que não vivo sem. É o meu topo do topo, e assim será, para o resto da minha vida.
A minha Lola... ai, a minha Lola... a minha número 1 do sexo feminino. Outra pessoa que sem ela não vivo. Minha, para a vida.
Depois tenho aqueles de sempre. O meu maninho Scooby, os putos do bairro, a minha Princesa, o JP, a minha sister, a minha esposa, e até o João!!
E depois existem aquele e aquelas que entraram na minha vida, e que fizeram merda atrás de merda, até que eu explodi a minha paciência, e decidi dar uso ao meu extremo bom senso, e percebi finalmente que eram apenas mais alguns abutres que precisavam de sair da minha vida urgentemente.
nem vale a pena estar para aqui a bater no ceguinho. Entrei este ano com isto na cabeça: a partir de agora, as pessoas só vão ter uma oportunidade de falhar comigo, porque á segunda eu já não estarei lá.
E o ninja, claro... também foi outro que, independentemente do que se passou entre nós, sabia da minha situação, e nunca mais se preocupou em saber como as coisas estavam. Não que tivesse obrigação, claro, mas é inevitável não ter sentido a sua falta, principalmente nesses momentos, em que a angustia e o medo eram a única coisa que eu conseguia sentir.
Quando as pessoas nos fazem acreditar que nunca nos vão abandonar, e de repente nos vemos sem elas exactamente nos momentos em que mais precisamos, é triste, muito triste mesmo...
Não tenho conta ás vezes que adormeci a soluçar, de telefone na mão, enquanto ponderava se devia ou não enviar a mensagem gigante que tinha escrito para lhe enviar... Acabava sempre por passar a noite a chorar, e obviamente que acabva sempre por não mandar a tal mensagem... Hoje consigo olhar para trás e ver que era a melhor atitude que eu podia ter tido. Para quê mostrar mais fraquezas? Para quê humilhar-me ao ponto de quase suplicar atenção? Para quê insistir em coisas e pessoas que não valem a pena, que não me levam a lado nenhum, que não melhoram a minha vida, apenas a complicam?
Ainda que estivesse demasiado fragil, triste e a sentir-me sozinha, hoje consigo agradecer a Deus e aos meus amigos e familia, por mesmo assim ter sido mais forte do que alguma vez pensei conseguir ser.
Porque sei que hoje estaria arrependida. Sei que hoje sofreria muito mais, e sem essa necessidade.
Prefiro saber que nessas alturas esgotei as lágrimas que tinha para chorar, e que hoje posso andar de cabeça erguida e de consciência tranquila, e que me posso dar ao luxo de dizer que se tenho as pessoas que tenho a meu lado, foi porque sempre me conheceram exactamente da mesma maneira. Quanto ás pessoas que decidiram abandonar-me, deixar-me para segundo plano, lamento, mas eu não sou um segundo plano, nem uma segunda opção, portanto uma vez dexada, para sempre deixada, porque não volto atrás nas minhas decisões e atitudes.
Tudo aquilo que faço na vida tem um motivo, e não correr mais atrás de ninguém é para que também eu possa ser minimamente feliz, sem essa atitude não conseguiria dar outra oportunidade a mim própria. Foi mais que necessário, foi totalmente indispensável começar a agir de outra forma para algumas pessoas. A única coisa que espero dessas pessoas, é que sinceramente um dia mais tarde percebam que erraram, e que assumam de uma vezs por todas os seus erros. E que se lembrem de mim assim, tal e qual como sou, como sempre fui, aquela menina que tropeça nos próprios pés, mas que não deixa nada por dizer, a ninguém.
Se a minha sinceridade e frontalidade as afastou... então é porque não mereciam de maneira nenhuma a minha amizade e dedicação.
E quanto a ele... bem... ele apenas nunca soube o quanto eu gostei dele. Nunca soube o quanto eu o ansiava, o admirava e o adorava. Nem vai saber, porque hoje mais que nunca sei que ele não merecia a minha dedicação, esforço e amor. E fechei esse capitulo, para sempre.
Como ouvi algures no outro dia... " Deus fez de mim uma Mulher, não uma formiga."
Logo não tenho de aceitar migalhas de ninguém.
Ontem tive um dia daqueles que mais valia nem sequer ter aberto os olhos de manhã. Correu mal do proncipio ao fim... Cheguei a casa com tanta raiva que tive de descarregar tudo numa aulinha de Kempo. E deu resultado, sem dúvida que deu...
Hoje soube uma coisa que me deixou a pensar muito...
Quando gosto de uma pessoa, gosto mesmo. Não é o tempo que me faz deixar de alguém. E quando me afasto de alguém que gosto, é porque a vida já me deu demasiadas chapadas e lições, e neste momento sinto que não tenho nenhuma necessidade de andar a correr de quem não mexe um só dedo por mim.
Se sinto que estou a agir erradamente? Não.
Se sinto que estou a ser fria? Sim, sem dúvida.
Já lá vai o tempo em que eu passava os dias a chorar baba e ranho, em que assumia sempre a culpa de tudo e qualquer coisa. Aliás... deixei de ser ursa por completo, e passei a ser humana. Uma humana fria, diria até que aquele grande coração que até pareciam dois, passou a ser um cubo de gelo.
Continuo a ter sentimentos, fortes sentimentos, mas apenas por pessoas que valem a pena, que assumem os seus erros, que não mentem, nem traem, que estão lá para mim da mesma e exacta maneira que eu estou lá para eles.
Chega de passar a vida a preocupar-me com tudo e toda a gente. Neste momento, a minha lista de preocupações é pequenina, muito pequenina mesmo.
preocupo-me com a minha vida e das pessoas que sempre fizeram parte dela. Mais nada.
Tive um período da minha vida, em que achei que poderia morrer. Foi-me detectada uma ferida no colo do útero, e por mais exames que fizesse nada era conclusivo. Os médicos alertaram-me para o pior, e eu dei por mim, aos 25 anos, a achar que poderia ter cancro do colo do útero. Apenas as pessoas que eu considerava chegadas a mim souberam desta situação. Obviamente que entrei em pânico. Obviamente que sei que estava uma pessoa insuportável. Obviamente que precisava dos meus amigos mais que nunca...
Pois bem, a verdade é que estas coisas demoram tempo, e o meu caso não foi excepção. Não sou rica para poder andar em privados, tive que me sujeitar ás vagas da maternidade, para poder ser vista e analisada por médicos especialistas do assunto... claro que todo este processo de consultas, exames e afins demorou cerca de 6 meses. Durante esses seis meses, muitas coisas aconteceram...
Dessas muitas coisas, sem dúvida que o que mais me marcou foi o corropio de entradas e saídas de pessoas da minha vida: entrada de duas pessoas que sem dúvida são uma mais valia, a minha piolhinha linda, que tem tanta energia que por muito que eu quisesse não conseguia parar de rir ao pé dela.... e a minha cunhadinha, que me surpreendeu bastante pela positiva, e que tem acompanhado os meus maus momentos, e que faz questão de estar presente na saúde e na doença, e isso fez com que ela me ganhasse., sem dúvida.
Depois, os meus amigos de sempre, My Love, sempre em cima do acontecimento, longe ou perto, cá ou lá, sempre comigo. É aquela pessoa que não vivo sem. É o meu topo do topo, e assim será, para o resto da minha vida.
A minha Lola... ai, a minha Lola... a minha número 1 do sexo feminino. Outra pessoa que sem ela não vivo. Minha, para a vida.
Depois tenho aqueles de sempre. O meu maninho Scooby, os putos do bairro, a minha Princesa, o JP, a minha sister, a minha esposa, e até o João!!
E depois existem aquele e aquelas que entraram na minha vida, e que fizeram merda atrás de merda, até que eu explodi a minha paciência, e decidi dar uso ao meu extremo bom senso, e percebi finalmente que eram apenas mais alguns abutres que precisavam de sair da minha vida urgentemente.
nem vale a pena estar para aqui a bater no ceguinho. Entrei este ano com isto na cabeça: a partir de agora, as pessoas só vão ter uma oportunidade de falhar comigo, porque á segunda eu já não estarei lá.
E o ninja, claro... também foi outro que, independentemente do que se passou entre nós, sabia da minha situação, e nunca mais se preocupou em saber como as coisas estavam. Não que tivesse obrigação, claro, mas é inevitável não ter sentido a sua falta, principalmente nesses momentos, em que a angustia e o medo eram a única coisa que eu conseguia sentir.
Quando as pessoas nos fazem acreditar que nunca nos vão abandonar, e de repente nos vemos sem elas exactamente nos momentos em que mais precisamos, é triste, muito triste mesmo...
Não tenho conta ás vezes que adormeci a soluçar, de telefone na mão, enquanto ponderava se devia ou não enviar a mensagem gigante que tinha escrito para lhe enviar... Acabava sempre por passar a noite a chorar, e obviamente que acabva sempre por não mandar a tal mensagem... Hoje consigo olhar para trás e ver que era a melhor atitude que eu podia ter tido. Para quê mostrar mais fraquezas? Para quê humilhar-me ao ponto de quase suplicar atenção? Para quê insistir em coisas e pessoas que não valem a pena, que não me levam a lado nenhum, que não melhoram a minha vida, apenas a complicam?
Ainda que estivesse demasiado fragil, triste e a sentir-me sozinha, hoje consigo agradecer a Deus e aos meus amigos e familia, por mesmo assim ter sido mais forte do que alguma vez pensei conseguir ser.
Porque sei que hoje estaria arrependida. Sei que hoje sofreria muito mais, e sem essa necessidade.
Prefiro saber que nessas alturas esgotei as lágrimas que tinha para chorar, e que hoje posso andar de cabeça erguida e de consciência tranquila, e que me posso dar ao luxo de dizer que se tenho as pessoas que tenho a meu lado, foi porque sempre me conheceram exactamente da mesma maneira. Quanto ás pessoas que decidiram abandonar-me, deixar-me para segundo plano, lamento, mas eu não sou um segundo plano, nem uma segunda opção, portanto uma vez dexada, para sempre deixada, porque não volto atrás nas minhas decisões e atitudes.
Tudo aquilo que faço na vida tem um motivo, e não correr mais atrás de ninguém é para que também eu possa ser minimamente feliz, sem essa atitude não conseguiria dar outra oportunidade a mim própria. Foi mais que necessário, foi totalmente indispensável começar a agir de outra forma para algumas pessoas. A única coisa que espero dessas pessoas, é que sinceramente um dia mais tarde percebam que erraram, e que assumam de uma vezs por todas os seus erros. E que se lembrem de mim assim, tal e qual como sou, como sempre fui, aquela menina que tropeça nos próprios pés, mas que não deixa nada por dizer, a ninguém.
Se a minha sinceridade e frontalidade as afastou... então é porque não mereciam de maneira nenhuma a minha amizade e dedicação.
E quanto a ele... bem... ele apenas nunca soube o quanto eu gostei dele. Nunca soube o quanto eu o ansiava, o admirava e o adorava. Nem vai saber, porque hoje mais que nunca sei que ele não merecia a minha dedicação, esforço e amor. E fechei esse capitulo, para sempre.
Como ouvi algures no outro dia... " Deus fez de mim uma Mulher, não uma formiga."
Logo não tenho de aceitar migalhas de ninguém.
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